O CRAS I vem desenvolvendo um grande trabalho em parceria com a secretaria de ação social e cidadania (SEMAC), o trabalho inclui casos de pessoas que estão vivendo de forma sub-humana, em condições de calamidade e vulnerabilidade social. Sendo assim as assistentes sociais Rosalví e Jandira estão sempre a entrar em contato com os agentes comunitário de saúde, da cidade de José de Freitas.

E foi assim que descobriram que existem casos parecidos como é do seu João Soares de Sousa de 64 anos residente no bairro Nossa Senhora do Carmo nesta cidade. Seu João afirmou que mora em José de Freitas há 16 anos e vive de compra e venda de alumínio o que não garante uma vida estável.

“Agente vivi como se fosse morto, para mim ter o meu cantinho é como se eu ganhasse um saco de dinheiro, de uma vez e outra meus vizinhos me dão uma ajudinha em comida e dinheiro, o que eu ganho por dia é R$ 3,00 (três reais) e não dá pra pagar nem a quitanda, e agora vou ter até uma casa de verdade pra morar, graças a Deus e esse povo que estão me ajudando, pra todas essas pessoas eu bato palmas”. Disse seu João.

Segundo as assistentes sociais do CRAS I Rosalví e Jandira, além do Seu João existem outras situações de calamidade e vulnerabilidade social no município, como é o caso de dona Francisca das Chagas que reside no bairro Marmelada. A secretaria de ação social e cidadania manifestou-se , juntamente com o CRAS e prefeitura para as providencias necessárias e resolução desses casos enfrentados na cidade, principalmente no período chuvoso.
